De acordo com a pesquisa, 67,1% dos entrevistados afirmaram recorrer à plataforma com frequência. Em seguida aparecem os sites de notícias, com 54,8%, e o YouTube, com 39,3%.
Os meios tradicionais apresentam participação menor. A televisão aberta foi citada por 25,8% dos entrevistados, enquanto a TV por assinatura aparece com 20,1%.
Outras redes sociais registraram índices mais baixos, como Twitter (15,3%), Facebook (14,9%), TikTok e Kwai (9,4%), além do WhatsApp, com 7,9%. Conversas com amigos e familiares somam 7,7%. Já o rádio (5,4%) e os jornais impressos (3,9%) aparecem nas últimas posições.
O estudo aponta ainda diferenças por faixa etária. Entre eleitores com 60 anos ou mais, os sites de notícias lideram, com 70,2% da preferência, enquanto o Instagram registra 50,3% e o YouTube, 42,4%.
Esse grupo representa 23,5% do eleitorado e demonstra alto engajamento: 71,9% afirmam votar com entusiasmo, 91,2% acompanham a política de perto e 90,5% dizem já ter definido seu voto.
A pesquisa ouviu 4.224 pessoas entre os dias 16 e 23 de março de 2026, com margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-06058/2026 e utilizou metodologia de recrutamento digital aleatório.




























