quarta-feira, 21 de outubro de 2020

São Luís: candidatos do consórcio são desmascarados em debate

O deputado federal e candidato a prefeito de São Luís Eduardo Braide (Podemos) foi o alvo dos adversários ligados ao grupo governista no debate eleitoral promovido na noite desta terça-feira (20) pelo jornal O Estado do Maranhão, em parceria com o portal Imirante.com, com transmissão ao vivo via internet. Ficou claro que a intenção de tentar acuar o líder das pesquisas, que demonstrou estar preparado para reagir aos ataques.


Do blog Daniel Matos ― O mote principal das investidas contra Braide foi sua gestão como presidente da Companhia de Saneamento Ambiental (Caema), no governo do falecido Jackson Lago (2007-2009). Os mais incisivos foram Neto Evangelista (DEM), Bira do Pindaré (PSB) e Rubens Júnior (PCdoB).

O candidato do Podemos exaltou o concurso público para preenchimento de 1.000 vagas na Caema e lembrou que na sua administração à frente da companhia, não havia praias poluídas em São Luís.

Neto Evangelista contestou informação de Braide de que não houve problemas na prestação de contas da gestão do adversário na Caema, afirmando que foram apresentadas ressalvas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que decidiu pelo arquivamento por causa de uma convenção da corte.

Bira, por sua vez, questionou a suposta ausência de poluição das praias quando Braide presidiu a Caema, frisando que na época não havia monitoramento das águas do mar na Ilha de São Luís.

Já Rubens Júnior fez referência a um empréstimo contraído pela gestão da ex-governadora Rosana Sarney (MDB), ao qual Braide fez referência, recordando a mobilização da oposição no parlamento da época para vetar o crédito. O candidato comunista tentou desqualificar o empréstimo, que teve voto favorável do então deputado estadual Eduardo Braide, alegando que o uso do recurso teria desvio de finalidade.

Braide reagiu apontando o posicionamento de Neto e Bira em votações na Assembleia Legislativa de projetos de lei que foram de encontro aos interesses da população e de categorias de trabalhadores, como foi o caso dos professores.

Esses foram o momentos mais quentes do debate até o segundo bloco.

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