segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Governo de Flávio Dino afasta empresas do Maranhão

Desde que o governo Flávio Dino desenvolveu a ''política'' de aumento de impostos no estado,  tem sido decrescente o número de empresas que querem investir no Maranhão. ''Grupo Brasil Kirin desistiu de instalar uma fábrica da Heineken no Maranhão  por conta dos altos impostos cobrados''. 



Com exceção das empresas que mantém uma espécie de monopólio, como o Grupo Gateus que tem abatimento de impostos, ou seja, não paga grande tributos, as demais empresas têm evitado o Maranhão.

De acordo com o senador Roberto Rocha, em entrevista à duas rádios, informou que mais um grupo empresarial revolveu abortar investimentos no estado. O motivo, os grandes impostos cobrados pelo governo Flávio Dino.
O senador Roberto Rocha (PSDB) revelou hoje (23), em duas entrevistas na rádios de São Luís – a Mirante AM e a Nova FM – que o grupo Brasil Kirin desistiu de instalar uma fábrica da Heineken no Maranhão por conta dos altos impostos cobrados pelo governo Flávio Dino (PCdoB).

Segundo o tucano, a empresa – que já possui uma fábrica em Caxias – cogitou a possibilidade de fabricar sua mais famosa cerveja em solo maranhense, mas recuou diante da política de tributos do comunista.

Rocha declarou que representantes da empresa citaram o aumento do ICMS da cerveja, de 26% para 28,5%, além do fato de que a Ambev paga apenas 12% do mesmo imposto sobre a Magnífica, cerveja produzida com mandioca maranhense.

Com isso, a Heineken consumida no Maranhão continuará sendo produzida na Bahia


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