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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Transporte terrestre, aéreo e aquaviário fica comprometido em todo o país



A paralisação nacional  dos caminhoneiros contra o aumento do combustível, que teve inicio a quatro dias, começa a ter reflexos severos nos mais variados setores. Saúde, locomoção, alimentação, entre outros.

Mesmo após uma reunião entre os representantes dos caminhoneiros e o governo federal, que ficou acordado redução do preço do combustível e outras exigências da categoria, ainda assim os caminhoneiros mantêm a greve.

Palmas foi o primeiro estado a sentir o impacto da paralisação, todos os donos de postos afirmam que não tem mais combustível. O Maranhão, já sinaliza que só 20% dos postos ainda tem combustível. Apenas 50%  da frota de ônibus funcionou no dia de hoje (25.mai.). Neste sábado (26) o serviço de transporte de ferry-boat deve sofrer alterações, alguns voos também podem ficar comprometidos no Aeroporto Marechal Hugo da Cunha Machado. Motoristas so Aplicativo UBER também fazem uma manifestação, no começo da tarde fecharam a entrada de São Luis e depois foram para o km 5 da BR-135.
Na BR-135 vários trechos estão interditados pelos caminhoneiros.

Governo Federal

O presidente Michel Temer disse nesta sexta-feira (25) que acionou forças federais para desbloquear estradas, ocupadas por caminhoneiros em greve. Ele fez um pronunciamento no Palácio do Planalto.
“Comunico que acionei as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos senhores governadores que façam o mesmo”, disse o presidente.

Segundo assessoria do Ministério da Segurança Pública, as forças federais incluem: Exército, Marinha, Aeronáutica e Polícia Rodoviária Federal (PRF). Temer disse que tomou a decisão para evitar que a população fique sem produtos de “primeira necessidade”.

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