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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Caso Alanna Ludmila completa dois meses, investigações parece caminhar a passos lentos

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Foto/ O Imparcial

Ao completar pouco mais de dois meses, o caso da menina Alanna Ludmila que chocou o estado da maranhão segue a passos lentos e beirando o esquecimento popular.



A menina Alana de dez anos foi encontrada morta no fundo do quintal de sua residência onde vivia com a mãe. Ela permaneceu desaparecida por dois dias até o aparecimento do corpo encontrado pelos vizinhos ao sentir um odor que vinha da parte dos fundo casa.


O caso mobilizou muitas pessoas pela busca, após o desparecimento da criança, três pessoas prestaram depoimento a policia, entre elas o ex-padastro da menina, que logo em seguida foi liberado a princípio não aparentava ter qualquer envolvimento com  caso.



Mas depois de investigações mais aprofundadas e da averiguação das câmeras de segurança de residências próximas da casa de Alanna, foi levantado a forte suspeita de participação de Robert Serejo no desaparecimento, suspeita essa que se confirmou com o sumiço do mesmo após prestar esclarecimentos a polícia.



Robert Serejo foi preso um dia após encontrarem o corpo de Alanna Ludmila, ele foi reconhecido nas proximidades da saída de São Luís quando tentava fugir da capital com destino ao interior do estado. Em depoimento a policia o ex-padastro confessou o crime e contou detalhes de como tudo ocorreu.



Quanto as investigações?

Pouco se sabe em relação as investigações, questionamentos ainda são feitos em cima do fato, como: qual o real motivo do crime?,    existe outra pessoa envolvida no caso?,    por que até agora não teve a reconstituição do caso?,    Todas as pessoas necessárias já prestaram depoimento a polícia?,    quando o caso será totalmente elucidando pela policia?

Esperamos um posicionamento da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.


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