terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Município de Paço do Lumiar é alvo de operação de combate a fraude em licitação; outros municípios também são investigados
Conforme o este blog já havia adiantado o Ministério Público do Maranhão, através da 1ª Promotoria de Justiça de Paço do Lumiar e do Gaeco, em parceria com a Polícia Civil e Controladoria Geral da União deflagrou a Operação Cooperar nesta terça-feira (13) para cumprir mandados de busca, apreensão e bloqueio de bens nos municípios de Paço do Lumiar e São Luís.
A operação foi realizada em cumprimento da decisão da juíza Jaqueline Reis Caracas, em procedimento investigatório por suspeita de fraudes de licitação no município de Paço do Lumiar.
Segundo representação criminal do MPMA, houve irregularidades na contratação da Cooperativa Maranhense de Trabalho e Prestação de Serviços – COOPMAR e mais de 10 empresas. Durante as investigações, foi apurado que a COOPMAR, ao longo de três anos, recebeu repasses de prefeituras na ordem de R$ 230 milhões.
A Cooperativa Maranhense de Trabalho (Coopmar), alvo de uma ação do Gaeco do Ministério Público do Maranhão, em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU) e a Polícia Civil, tem um capital social de apenas R$ 20 mil.
Com esse capital, a cooperativa conseguiu, ao longo de três anos, movimentar R$ 230 milhões. As investigações do MP apontaram que cerca de R$ 170 milhões foram desviados de prefeituras maranhenses envolvidas no esquema.
Consta no site da receita que a Coopmar tem no seu quadro de sócios e administradores, sete pessoas. São eles: João Batista Medeiros Muniz (Presidente), Juliane Rabelo Souza Medeiros (Diretor), Tiago Santos Medeiros (Diretor), Alexandra Oliveira Sousa (Diretor), Cinthia Rejane Dias Marinho (Diretor), Francisco Marques Figueiredo Neto (Diretor) e Americo de Jesus Soares Aaraújo (Diretor).
Todos estão sendo investigados pela Operação Cooperar, nome usado pelo Gaeco na deflagração desta terça-feira, dia 13.


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